MP prende Playboy, apontado como chefe da milícia na Praça Seca

Miliciano 'Palyboy' é preso Reprodução A Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ) cumpriu n...

MP prende Playboy, apontado como chefe da milícia na Praça Seca
MP prende Playboy, apontado como chefe da milícia na Praça Seca (Foto: Reprodução)

Miliciano 'Palyboy' é preso Reprodução A Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ) cumpriu na manhã desta terça-feira (10), um mandado de prisão preventiva contra o miliciano Diego Luccas Pereira, conhecido como “Teco” ou “Playboy”. Ele é apontado, nas investigações, como o chefe da milícia na Praça Seca, na Zona Oeste do Rio. "Playboy" foi encontrado em Iguaba Grande, na Região dos Lagos, em uma casa com piscina e jacuzzi. Diego foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) por constituir uma organização criminosa integrada por agentes das forças de segurança. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Playboy' foi encontrado em Iguaba Grande, na Região dos Lagos Reprodução 'Playboy' já tinha sido preso O miliciano já havia sido preso em 2020 por atuação no grupo criminoso, após passar 7 anos foragido. Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), Diego Luccas permaneceu preso até 2023, quando passou a cumprir a pena em regime de prisão domiciliar. Desde 17 de janeiro, segundo o MP, votou ao status de foragido. Ele também era investigado pela Delegacia de Homicídios (DH), sob suspeita de integrar, ao lado do irmão, conhecido como “Macaquinho”, o chamado Escritório do Crime, grupo de matadores de aluguel que atua na Zona Oeste do Rio. Ainda segundo a polícia, Playboy foi responsável por articular a aliança da milícia com o tráfico da comunidade da Serrinha, o que provocou confrontos com criminosos da Praça Seca e resultou em mortes na região à época. A dupla também era investigada por envolvimento na morte do major Alan Luna, da PM do RJ, em 2018, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.